terça-feira, 28 de novembro de 2017
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Por onde andei, enquanto alguém me procurava...
Andei um bocado, fiquei parada um tantão, mas sempre com a cabeça a mil por hora, acumulando questionamentos acerca desse momento tão controverso e difícil de engolir: golpeadas, com direitos, duramente conquistados. surrupiados... e o racismo e o machismo, acompanhados de fobias lgbts e crimes religiosos, que não param nem só um instante de adentrar em nossas vidas e surrupiar tantas outras...
Vou seguindo, poematizando as controvérsias, poemando as lutas e resistências, dando uma pontadinha de contribuição junto ao GTERÊ, Grupo de Trabalho em Educação das Relações Étnico-Raciais, na Educação do Recife como professora formadora em contínua formação, como louca, preta e lilás que sou...Ainda em passos lentos, relendo a vida e amando, que não sou de ferro!!
Cris Loucas
Andei um bocado, fiquei parada um tantão, mas sempre com a cabeça a mil por hora, acumulando questionamentos acerca desse momento tão controverso e difícil de engolir: golpeadas, com direitos, duramente conquistados. surrupiados... e o racismo e o machismo, acompanhados de fobias lgbts e crimes religiosos, que não param nem só um instante de adentrar em nossas vidas e surrupiar tantas outras...
Vou seguindo, poematizando as controvérsias, poemando as lutas e resistências, dando uma pontadinha de contribuição junto ao GTERÊ, Grupo de Trabalho em Educação das Relações Étnico-Raciais, na Educação do Recife como professora formadora em contínua formação, como louca, preta e lilás que sou...Ainda em passos lentos, relendo a vida e amando, que não sou de ferro!!
Cris Loucas
Quase voltando!!!
Aqui o resumo de um dos artigos apresentados a partir da empreitada no mestrado em Ciências da Religião, que concluí em abril de 2017.
caso haja interesse, envio o mesmo completo.
E se te gritam macumbeira? A força do Axé na poesia negra feminina.
Este artigo pretende dialogar com poesias cheias de
axé de Alzira Rufino e Conceição Evaristo e suas provocações através do
reconhecimento de uma fé afro-brasileira na sua escrita. Na busca por uma
análise da importância da visibilidade de uma religiosidade afro-brasileira
como marco de resistência ao racismo religioso, a partir de uma vivência com
performance poética negra e feminista de inspiração na literatura dessas
autoras e a fé de ancestralidade africana, ou, como diz o senso comum, “tem um
pé na macumba”. A busca metodológica é
permear a discussão teórica com a performática, na perspectiva de um artivismo
negro para o enfrentamento ao racismo religioso e formas correlatas de
intolerâncias.
Religiões afro-brasileiras; mulher negra; poesia negra; artivismo;
racismo religioso
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